Abandono a minha casa, o meu refúgio, a minha masmorra. Ando lentamente de costas viradas para aquele armazém completamente consumido pelo fogo onde descanso sem dormir, nas várias reentrâncias que vou descobrindo enquanto o exploro e deliro envolto na minha própria demência. O ambiente húmido, triste e doentio, rodeado de tons cinzentos e negros, faz-me sentir feliz, enquanto os ecos de morte pelo fogo que ouço a percorrerem o vazio me excitam de uma forma quase idêntica ao cheiro e sabor do sangue. Já me afastei o suficiente para que me parecesse minúsculo no meio daquele lamaçal provocado pela chuva que caía abundantemente acompanhando a noite sem lua, dando um ambiente ainda mais satisfatório ao lar que tanto adorava e às árvores mortas que o rodeavam em grande número. Aperto um pouco mais o capuz da minha gabardina preta e acelero o passo em direcção à distante cidade de Lover´s Yard. Levaria duas horas a chegar ao meu campo de caça, o que me dava tempo para pensar na prova de amor que daria à minha presa.
Chego e encosto-me a um candeeiro alto enquanto observo. Porcos imundos, guiados pela falsidade a que chamam amor. Desprezível. Dão-me vontade de vomitar, de matá-los a todos, de retirar-lhes as vísceras e enfiar-lhas pela garganta abaixo. Vejo-os a todos como carneiros em espera na fila para o matadouro no qual eu sou o carrasco. A cada abraço e beijo a que assisto, imagino uma faca naquele pescoço, uma corda envolvendo o outro, o sangue de um misturando-se com a saliva do que sufoca. Tenho que me concentrar, tenho de controlar estes impulsos e guardá-los para a altura certa. Mordo o interior das bochechas para que o aroma sanguíneo me acalme. Como um animal com sarna, arranho brutalmente os meus próprios braços, na tentativa de acalmar os tremores de ansiedade que me assolam.Tinha de ser calmo, discreto, agir como um daqueles nojentos. Iria perder a minha virgindade naquela noite e tudo tinha de ser perfeito.
Perdi a conta ao tempo que estive com aquela puta no bar. Como se não bastassem aquelas luzes coloridas que quase me faziam salivar de raiva, ainda ela andava de volta de mim com festas e beijos. Queria era que ela me mordesse, que me batesse, que fizesse algo que realmente me agradasse e estimulasse. Assim, a única coisa que conseguia era irritar-me. Sinto-me a perder o controlo. Talvez por ser a minha primeira vez, não esteja a conseguir por estes pensamentos de lado. Tinha de agir rápido antes que a fúria me vencesse. Jogarei o jogo dela. Levo-a para um canto e começo a beijá-la, levanto-lhe um pouco a saia e discretamente uso os meus dedos para humedecê-la. Ela geme e eu já começo a ficar duro só de imaginar aquele gemido tornar-se um grito. Completamente doida empurra-me e arrasta-me para fora do bar.
Em menos de dez minutos estávamos no apartamento dela, com ela a tirar-me a roupa. Não a deixo tirar-me as luvas e dou-lhe uma bofetada fazendo-a sorrir. Já nú sento-me no sofá branco de pele, rodeado de vasos com flores e peluches. Aquela sala, para além do móvel com a televisão, não possuía qualquer mobiliário. Faço-lhe sinal para que se dispa. Eu queria assistir, avaliar bem todos os contornos, imaginar o que faria mal lhe tocasse. Completamente nua aproxima-se e põe-se de joelhos. Com uma sede enorme começa a massajar-me o pénis, aumentando cada vez mais a intensidade com que o fazia. Em seguida, sinto-lhe o quente da boca e o arranhar das extremidades dos dentes. Tanto cuidado e doçura excitavam-me, mas acima de tudo irritavam-me profundamente. Sentia falta da violência, da agressividade, das feridas, dos cortes, do sangue. Estava farto de toda a lamechice. Aquilo tinha que mudar. Agarro-lhe os cabelos e puxo-a para trás de forma a que parasse. Levanto-me e jogo-a sobre o sofá colocando-a de quatro. Pego-lhe nas ancas e possuo aquele rabo, fazendo-a guinchar de prazer e quase rasgar o sofá com as unhas. Não quero que tenhas prazer vaca! Quero que sofras! Começo a exercer toda a minha força, a ir o mais fundo que me é possível, ao que ela me grita que pare. Que pena para ela que não tenciono fazê-lo, antes pelo contrário, insisto e começo a puxar-lhe os cabelos enquanto lhe dou chapadas na cara e por todo o corpo. Ela está desesperada e chora compulsivamente, mas já lhe tapei a boca para que não grite. começo a ver o sangue dela a correr-me pelas pernas abaixo e não me consigo controlar de tal excitação e quero fazer o mesmo ao buraco imundo que me aguarda do outro lado do corpo. Viro-a ao contrário e ela mostra-se sem força nas pernas. Não quero saber e, enquanto estou a lamber o sangue que lhe escorre, forço toda a minha mão para o interior da vagina dela. Quase que ouço o som da pele a rasgar e é tão bom. Ela, com os dedos da minha outra mão na boca morde-me para se soltar, mas a dor provocada só serve para me acender ainda mais. Tiro a mão do interior dela e começo-lhe as murros. Não sei porquê, mas não consigo parar. Mordo-lhe os mamilos e quase lhos arranco, tal é a adrenalina que me preenche. Ela desvanece e fica inconsciente devido à dor e eu passo-me. Como pode ela fazer aquilo? Puta de merda a cortar-me todo o prazer na altura em que quase me estava a vir! Possuído lanço-a ao chão e começo a bater-lhe com a cabeça no mesmo. Vejo tudo vermelho e a cara dela cada vez menos reconhecível. Puxo por ela e mesmo assim não me responde. Puta! Puta! Não admito que me ignorem! Vou buscar uma faca à cozinha e enfio-lha pela barriga adentro, puxando em seguida, com toda aquela força demoníaca que me possuía, para cima, abrindo-a desde a cintura até quase às mamas. Que visão linda. Acalmei-me com isto. Começo a tirar tudo do interior e a esfregar-me. Os olhos esbugalhados da gaja a penetrarem nos meus. Que êxtase. Começo a sentir-me com espasmos e, levanto-me rapidamente, ejaculando na boca dela. Satisfeito sento-me e fumo um cigarro. Acabado atiro-o para dentro da cavidade abdominal vazia dela e visto-me sem me lavar. Àquela hora, envolto em escuridão e com aquela gabardina, ninguém veria o meu estado.

Já a caminho de casa, debaixo de uma chuva torrencial penso em como foi bom, em como...tinha de repetir.
Em menos de dez minutos estávamos no apartamento dela, com ela a tirar-me a roupa. Não a deixo tirar-me as luvas e dou-lhe uma bofetada fazendo-a sorrir. Já nú sento-me no sofá branco de pele, rodeado de vasos com flores e peluches. Aquela sala, para além do móvel com a televisão, não possuía qualquer mobiliário. Faço-lhe sinal para que se dispa. Eu queria assistir, avaliar bem todos os contornos, imaginar o que faria mal lhe tocasse. Completamente nua aproxima-se e põe-se de joelhos. Com uma sede enorme começa a massajar-me o pénis, aumentando cada vez mais a intensidade com que o fazia. Em seguida, sinto-lhe o quente da boca e o arranhar das extremidades dos dentes. Tanto cuidado e doçura excitavam-me, mas acima de tudo irritavam-me profundamente. Sentia falta da violência, da agressividade, das feridas, dos cortes, do sangue. Estava farto de toda a lamechice. Aquilo tinha que mudar. Agarro-lhe os cabelos e puxo-a para trás de forma a que parasse. Levanto-me e jogo-a sobre o sofá colocando-a de quatro. Pego-lhe nas ancas e possuo aquele rabo, fazendo-a guinchar de prazer e quase rasgar o sofá com as unhas. Não quero que tenhas prazer vaca! Quero que sofras! Começo a exercer toda a minha força, a ir o mais fundo que me é possível, ao que ela me grita que pare. Que pena para ela que não tenciono fazê-lo, antes pelo contrário, insisto e começo a puxar-lhe os cabelos enquanto lhe dou chapadas na cara e por todo o corpo. Ela está desesperada e chora compulsivamente, mas já lhe tapei a boca para que não grite. começo a ver o sangue dela a correr-me pelas pernas abaixo e não me consigo controlar de tal excitação e quero fazer o mesmo ao buraco imundo que me aguarda do outro lado do corpo. Viro-a ao contrário e ela mostra-se sem força nas pernas. Não quero saber e, enquanto estou a lamber o sangue que lhe escorre, forço toda a minha mão para o interior da vagina dela. Quase que ouço o som da pele a rasgar e é tão bom. Ela, com os dedos da minha outra mão na boca morde-me para se soltar, mas a dor provocada só serve para me acender ainda mais. Tiro a mão do interior dela e começo-lhe as murros. Não sei porquê, mas não consigo parar. Mordo-lhe os mamilos e quase lhos arranco, tal é a adrenalina que me preenche. Ela desvanece e fica inconsciente devido à dor e eu passo-me. Como pode ela fazer aquilo? Puta de merda a cortar-me todo o prazer na altura em que quase me estava a vir! Possuído lanço-a ao chão e começo a bater-lhe com a cabeça no mesmo. Vejo tudo vermelho e a cara dela cada vez menos reconhecível. Puxo por ela e mesmo assim não me responde. Puta! Puta! Não admito que me ignorem! Vou buscar uma faca à cozinha e enfio-lha pela barriga adentro, puxando em seguida, com toda aquela força demoníaca que me possuía, para cima, abrindo-a desde a cintura até quase às mamas. Que visão linda. Acalmei-me com isto. Começo a tirar tudo do interior e a esfregar-me. Os olhos esbugalhados da gaja a penetrarem nos meus. Que êxtase. Começo a sentir-me com espasmos e, levanto-me rapidamente, ejaculando na boca dela. Satisfeito sento-me e fumo um cigarro. Acabado atiro-o para dentro da cavidade abdominal vazia dela e visto-me sem me lavar. Àquela hora, envolto em escuridão e com aquela gabardina, ninguém veria o meu estado.

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I really like your way to write, but it was a bit hard to understand.
ResponderEliminardon't know portuguese so a lot of google translate in here and then a lot of trying to understand the literal translaction that it gives so i can really find the message and meaning of the reading
keep it up
Thank you very much! I really apreciate your commentary.It´s very important to me to get feedback from people. Hope to keep earing from you.
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