Estou novamente no meu covil, enrolado como um feto no ventre materno e rindo da emoção da noite anterior. Olho a água ensanguentada que resta do meu banho e não contenho o suspiro de prazer. Levanto-me vagarosamente e espreguiço-me enquanto penso em novo deleite para o serão que me aguarda. O meu corpo anseia por mais, muito mais. Todo aquele sofrimento, aquela dor, aquele olhar de agonia que trespassava o meu, o vermelho vivo e doce que me banhava as mãos, desejo tudo de novo mas ainda mais intensamente. Tenho consciência dos erros cometidos e do final horrendo e precoce que me aguarda, mas essa visão apenas consegue aumentar o meu desejo, a minha sede. Ela simplesmente me deixa ansioso pela sua chegada por forma a sentir todo o seu esplendor, toda a dor suprema, proporcionada num fim pelo qual dei tudo e trabalhei arduamente. Saio para o meio do nevoeiro de fim de tarde e percorro vários metros acompanhado pelo som da minha gargalhada sonora, cuja ainda ecoa por entre as paredes do meu antro.
Entro no terceiro café consecutivo sem consumir seja o que for, embora no primeiro estivesse um grupo de três raparigas que guinchariam que nem porcas quando as começasse a mutilar. Sorri discretamente na direcção delas e uma, loira e de olho azul retribuiu-me o gesto. Embora ainda esteja excitado de pensar naqueles olhos fixados em mim, não me sentia com vontade de iniciar para já a minha prática em grupos. Horas passaram e já vejo as pessoas juntarem-se para jantar, no entanto, eu continuo no mesmo café, no mesmo banco, observando tudo e todos. A chuva começa a cair e vejo uma figura aproximar-se, a correr e com uma revista a tapar-lhe a cabeça. Mal entra, joga a revista no lixo e torce os cabelos loiros para expulsar a água. Que movimento tão suave! Porquê? Porquê puta? Porque têm de ser todas tão delicadas? Recupero a visão após o ataque de fúria que me fez tapar a face com ambas as mãos e ela está a olhar para mim. Naquele momento soube que era ela a mulher escolhida, a mulher que me olhara nos olhos pela segunda vez naquele dia com aquele brilho azul. Ela pede um expresso longo, bem quente e com um pouco de natas. Reparo que é canhota quando a vejo mexer o café com a direita e atrapalhar-se, trocando para a esquerda. Aproximo-me e, delicadamente, peço para me sentar. Envergonhada diz-me que sim. Toda aquela beleza me fazia refém, mas não consigo evitar o calor infernal que sinto, tal é a raiva que sinto perante tal pureza e inocência. Acabo de me sentar e ela entorna um pouco do café sobre a mão. O pequeno grito que deu foi tão bom. O potencial que teria para me satisfazer estava mais do que comprovado. Pego-lhe na mão e limpo-a olhando-a nos olhos. Levanto-me e puxo-a até ao lavatório onde lhe coloco a mão debaixo da água corrente. O obrigado que me lançou quase derrubou os frágeis alicerces da minha contenção. De regresso ao nosso lugar, aproveito o momento e sento-me no mesmo banco comprido que ela. Há silêncio. Deixo que se prolongue durante alguns segundos para que o meu olhar seguro e quente faça efeito. Em seguida quebro o silêncio com um discurso elegante, numa linguagem floreada e figurativa, elevando para outro nível o meu típico comportamento enganoso e manipulador. Convenço-a a fazer a minha vontade e cativo-a cada vez mais no sentido de ser selvagem. Faço-a crer que tudo o que faremos será com benefícios mútuos e que, talvez, até seja ela a mais beneficiada. Mentira. Eu como ser superior serei o único beneficiado e tudo me será permitido. Completamente iludida beija-me e eu retribuo com um ódio de morte disfarçado como o amor de uma vida. Saímos os dois para o frio e quase sinto a água da chuva evaporar ao tocar a minha pele que ferve de excitação. Ela manda parar um táxi e ordena o condutor na direcção de um qualquer hotel que desconhecia. Isso não fazia parte dos meus planos e portanto, não iria acontecer. Sem que o taxista se aperceba, aplico um golpe na nuca da minha companhia pondo-a inconsciente e recosto-a no banco como se estivesse a dormir. Aproveito o momento em que estamos a atravessar uma rua deserta e peço-lhe que imobilize a viatura para que eu possa aliviar uma bexiga à beira do colapso. Simulo a intenção de abrir a porta e como um relâmpago, com uma lima enorme tirada da mala da loira, ataco o tipo, furando-lhe a garganta. Repito o movimento várias vezes até que pare de se mexer e deleito-me com o espalhafate, sem retirar a arma do pescoço da vítima. Não paro de rir desde que o tiro do carro até que fecho a bagageira com o cadáver no seu interior. Apodero-me do lugar do condutor e arranco na direcção que realmente quero.
Pouco tempo passado e ela já recuperava. Observo todo o seu estado de confusão pelo espelho enquanto nos aproximo cada vez mais do destino. Atordoada pergunta-me o que se passou, o que foi feito do taxista, o que faço eu ao volante, onde estamos. Estúpida de merda! Como quer que lhe responda se continua com perguntas, umas atrás das outras? Se ao menos a beleza correspondesse ao grau de inteligência, seria quase tão brilhante como eu. Mando-a calar com um berro e digo-lhe que em breve lhe contarei a história do Sr. Condutor, mas que agora estamos a chegar a um lugar bem melhor que a trampa de hotel fino que ela escolhera sem me consultar. Ela olha assustada para mim e repara no sangue que me mancha. Em pânico lança-se ao meu pescoço, apertando-o no preciso momento em que paro o carro. A dor que me estava a infligir e o medo estampado na sua expressão eram uma lufada de ar fresco. O jogo de prazer começou.
Mordo-lhe uma das mãos, enterrando bem os dentes na carne e ela larga-me. Espeto-lhe com a cabeça contra o volante, activando a buzina um par de vezes e saio do carro quando ela já quase não se mexe de tão atordoada. Tiro-a para fora, coloco-a estilo saco de batatas e dirijo-me para o meu barracão de instrumentos, improvisado no que restava de uma casa ardida há muito e bem longe da humanidade distorcida das cidades. A solidão é a única coisa que odeio nestas distâncias e que quase me enlouquece, mas até isso já estou a resolver para que o meu mundo seja perfeito. Já no interior prendo-lhe os pulsos e os tornozelos com os grilhões que tenho numa das paredes. Ela esperneia, chora, grita, implora. Eu sorrio, gozo, chicoteio-a, excito-me. Rasgo-lhe as roupas à bruta e exponho totalmente aquele corpo divinal. Se tivesse capacidade de algum dia sentir culpa, talvez aquela fosse a situação de que me iria recordar por ter estragado tal obra de arte. Abocanho-lhe as mamas e começo a chuchar e a morder. Quando o líquido vermelho dos deuses começa a tocar os meus lábios, a minha língua percorre os mamilos, não desperdiçando uma única gota. Ela chora compulsivamente e guincha com dor e é ai que a penetro. Obrigo-a a ser ela a movimentar-se e quase lhe arranco a pele das costas de tal força que aplico na ponta dos meus dedos. A uma cabra tão boa não possuo, fodo. Começo a aplicar uma força tal e a dar tamanhos esticões, que tanto pulsos como tornozelos se mostram negros e prestes a partir. Não quero perder a oportunidade de ouvir um uivo daquela boquinha e prendo-a pela cintura jogando todo o meu peso para trás. O ruído dos ossos a partir e o som agonizante libertado por ela deixam-me louco e começo a tremer como da primeira vez. A minha sede de sangue triplica, acompanhando a minha necessidade de provocar sofrimento. Tenho fome. Pego numa espécie de bisturi e começo a abri-la à retaguarda ligeiramente abaixo das costelas. Misericórdia. É o que me quer pedir mas a voz perde-se-lhe no meio do terror. Os meus ouvidos quase rebentam, não só do êxtase, mas também da intensidade vocal. O sangue que bolsa por cima das minhas mãos para fora do corpo é uma visão incrível. Com muito cuidado separo a pele com os dedos da esquerda e com a direita procuro o que pretendo. Não é difícil e rapidamente o tenho cá fora. Um rim novinho e fresco, o qual devoro com enorme prazer, mas não sem antes lho mostrar. Os olhinhos dela fixos em mim, ausentes de tudo à excepção de sofrimento e desespero, puseram-me à beira da explosão. Que assombro de prazer. Que sensação tão perfeita. Que tesão. Não posso perder o momento. Aproximo-me dela e dou-lhe dois ligeiros golpes desde os cantos da boca até às orelhas dos respectivos lados e aprecio pela ultima vez e bem de perto aquele azul. Beijo-lhe a testa como sinal de respeito a alguém que está prestes a partir e começo a puxar os grilhões de forma a que fique suspensa no tecto mesmo por cima de mim. Os traçinhos vermelhos que tinha em ambos os lados da face, pareciam quase feitos de maquilhagem, de tão finos e perfeitos que eram. Vou buscar um maçarico e começo a queimar-lhe o tronco. Ela torce-se e tenta não gritar, mas todo o esforço é em vão e o grito surge em simultâneo com o cheiro doce da carne assada. Nesse preciso momento em que a boca se lhe abre, a carne rasga até às orelhas pelo trilho dos golpes. Abre-se um belo sorriso de palhaço à minha frente e ela desmaia com a dor. Cabra de merda! Também tu a deixares-me a meio? Começo a queimá-la entre as virilhas e ela acorda de imediato. Largo então o utensílio que tenho em mãos e vou buscar o bisturi novamente. Solto os grilhões e ela cai desamparada a meus pés. Começo a dar-lhe no rabo à besta e a repuxar-lhe a pela queimada. Apesar da dor excruciante, ela não consegue gritar, mas sinto-lhe os músculos a contrairem-se em espasmos descontrolados. Começo a vir-me dentro dela e nesse momento dou-lhe um corte por baixo do queixo e puxo-lhe a língua para baixo. Fazia uma gravata bem bonita no meio de uma corrente líquida e púrpura. Já satisfeito pontapeei-a e ali a deixei já quase sem vida. Não duraria muito mais tempo com o sangue que perdera e que estava ainda a perder.

A cheirar a morte e a queimado, volto a entrar no carro. Ia aproveitar o que restava da noite para me ver livre da viatura e voltar a casa para meditar.
Entro no terceiro café consecutivo sem consumir seja o que for, embora no primeiro estivesse um grupo de três raparigas que guinchariam que nem porcas quando as começasse a mutilar. Sorri discretamente na direcção delas e uma, loira e de olho azul retribuiu-me o gesto. Embora ainda esteja excitado de pensar naqueles olhos fixados em mim, não me sentia com vontade de iniciar para já a minha prática em grupos. Horas passaram e já vejo as pessoas juntarem-se para jantar, no entanto, eu continuo no mesmo café, no mesmo banco, observando tudo e todos. A chuva começa a cair e vejo uma figura aproximar-se, a correr e com uma revista a tapar-lhe a cabeça. Mal entra, joga a revista no lixo e torce os cabelos loiros para expulsar a água. Que movimento tão suave! Porquê? Porquê puta? Porque têm de ser todas tão delicadas? Recupero a visão após o ataque de fúria que me fez tapar a face com ambas as mãos e ela está a olhar para mim. Naquele momento soube que era ela a mulher escolhida, a mulher que me olhara nos olhos pela segunda vez naquele dia com aquele brilho azul. Ela pede um expresso longo, bem quente e com um pouco de natas. Reparo que é canhota quando a vejo mexer o café com a direita e atrapalhar-se, trocando para a esquerda. Aproximo-me e, delicadamente, peço para me sentar. Envergonhada diz-me que sim. Toda aquela beleza me fazia refém, mas não consigo evitar o calor infernal que sinto, tal é a raiva que sinto perante tal pureza e inocência. Acabo de me sentar e ela entorna um pouco do café sobre a mão. O pequeno grito que deu foi tão bom. O potencial que teria para me satisfazer estava mais do que comprovado. Pego-lhe na mão e limpo-a olhando-a nos olhos. Levanto-me e puxo-a até ao lavatório onde lhe coloco a mão debaixo da água corrente. O obrigado que me lançou quase derrubou os frágeis alicerces da minha contenção. De regresso ao nosso lugar, aproveito o momento e sento-me no mesmo banco comprido que ela. Há silêncio. Deixo que se prolongue durante alguns segundos para que o meu olhar seguro e quente faça efeito. Em seguida quebro o silêncio com um discurso elegante, numa linguagem floreada e figurativa, elevando para outro nível o meu típico comportamento enganoso e manipulador. Convenço-a a fazer a minha vontade e cativo-a cada vez mais no sentido de ser selvagem. Faço-a crer que tudo o que faremos será com benefícios mútuos e que, talvez, até seja ela a mais beneficiada. Mentira. Eu como ser superior serei o único beneficiado e tudo me será permitido. Completamente iludida beija-me e eu retribuo com um ódio de morte disfarçado como o amor de uma vida. Saímos os dois para o frio e quase sinto a água da chuva evaporar ao tocar a minha pele que ferve de excitação. Ela manda parar um táxi e ordena o condutor na direcção de um qualquer hotel que desconhecia. Isso não fazia parte dos meus planos e portanto, não iria acontecer. Sem que o taxista se aperceba, aplico um golpe na nuca da minha companhia pondo-a inconsciente e recosto-a no banco como se estivesse a dormir. Aproveito o momento em que estamos a atravessar uma rua deserta e peço-lhe que imobilize a viatura para que eu possa aliviar uma bexiga à beira do colapso. Simulo a intenção de abrir a porta e como um relâmpago, com uma lima enorme tirada da mala da loira, ataco o tipo, furando-lhe a garganta. Repito o movimento várias vezes até que pare de se mexer e deleito-me com o espalhafate, sem retirar a arma do pescoço da vítima. Não paro de rir desde que o tiro do carro até que fecho a bagageira com o cadáver no seu interior. Apodero-me do lugar do condutor e arranco na direcção que realmente quero.
Pouco tempo passado e ela já recuperava. Observo todo o seu estado de confusão pelo espelho enquanto nos aproximo cada vez mais do destino. Atordoada pergunta-me o que se passou, o que foi feito do taxista, o que faço eu ao volante, onde estamos. Estúpida de merda! Como quer que lhe responda se continua com perguntas, umas atrás das outras? Se ao menos a beleza correspondesse ao grau de inteligência, seria quase tão brilhante como eu. Mando-a calar com um berro e digo-lhe que em breve lhe contarei a história do Sr. Condutor, mas que agora estamos a chegar a um lugar bem melhor que a trampa de hotel fino que ela escolhera sem me consultar. Ela olha assustada para mim e repara no sangue que me mancha. Em pânico lança-se ao meu pescoço, apertando-o no preciso momento em que paro o carro. A dor que me estava a infligir e o medo estampado na sua expressão eram uma lufada de ar fresco. O jogo de prazer começou.
Mordo-lhe uma das mãos, enterrando bem os dentes na carne e ela larga-me. Espeto-lhe com a cabeça contra o volante, activando a buzina um par de vezes e saio do carro quando ela já quase não se mexe de tão atordoada. Tiro-a para fora, coloco-a estilo saco de batatas e dirijo-me para o meu barracão de instrumentos, improvisado no que restava de uma casa ardida há muito e bem longe da humanidade distorcida das cidades. A solidão é a única coisa que odeio nestas distâncias e que quase me enlouquece, mas até isso já estou a resolver para que o meu mundo seja perfeito. Já no interior prendo-lhe os pulsos e os tornozelos com os grilhões que tenho numa das paredes. Ela esperneia, chora, grita, implora. Eu sorrio, gozo, chicoteio-a, excito-me. Rasgo-lhe as roupas à bruta e exponho totalmente aquele corpo divinal. Se tivesse capacidade de algum dia sentir culpa, talvez aquela fosse a situação de que me iria recordar por ter estragado tal obra de arte. Abocanho-lhe as mamas e começo a chuchar e a morder. Quando o líquido vermelho dos deuses começa a tocar os meus lábios, a minha língua percorre os mamilos, não desperdiçando uma única gota. Ela chora compulsivamente e guincha com dor e é ai que a penetro. Obrigo-a a ser ela a movimentar-se e quase lhe arranco a pele das costas de tal força que aplico na ponta dos meus dedos. A uma cabra tão boa não possuo, fodo. Começo a aplicar uma força tal e a dar tamanhos esticões, que tanto pulsos como tornozelos se mostram negros e prestes a partir. Não quero perder a oportunidade de ouvir um uivo daquela boquinha e prendo-a pela cintura jogando todo o meu peso para trás. O ruído dos ossos a partir e o som agonizante libertado por ela deixam-me louco e começo a tremer como da primeira vez. A minha sede de sangue triplica, acompanhando a minha necessidade de provocar sofrimento. Tenho fome. Pego numa espécie de bisturi e começo a abri-la à retaguarda ligeiramente abaixo das costelas. Misericórdia. É o que me quer pedir mas a voz perde-se-lhe no meio do terror. Os meus ouvidos quase rebentam, não só do êxtase, mas também da intensidade vocal. O sangue que bolsa por cima das minhas mãos para fora do corpo é uma visão incrível. Com muito cuidado separo a pele com os dedos da esquerda e com a direita procuro o que pretendo. Não é difícil e rapidamente o tenho cá fora. Um rim novinho e fresco, o qual devoro com enorme prazer, mas não sem antes lho mostrar. Os olhinhos dela fixos em mim, ausentes de tudo à excepção de sofrimento e desespero, puseram-me à beira da explosão. Que assombro de prazer. Que sensação tão perfeita. Que tesão. Não posso perder o momento. Aproximo-me dela e dou-lhe dois ligeiros golpes desde os cantos da boca até às orelhas dos respectivos lados e aprecio pela ultima vez e bem de perto aquele azul. Beijo-lhe a testa como sinal de respeito a alguém que está prestes a partir e começo a puxar os grilhões de forma a que fique suspensa no tecto mesmo por cima de mim. Os traçinhos vermelhos que tinha em ambos os lados da face, pareciam quase feitos de maquilhagem, de tão finos e perfeitos que eram. Vou buscar um maçarico e começo a queimar-lhe o tronco. Ela torce-se e tenta não gritar, mas todo o esforço é em vão e o grito surge em simultâneo com o cheiro doce da carne assada. Nesse preciso momento em que a boca se lhe abre, a carne rasga até às orelhas pelo trilho dos golpes. Abre-se um belo sorriso de palhaço à minha frente e ela desmaia com a dor. Cabra de merda! Também tu a deixares-me a meio? Começo a queimá-la entre as virilhas e ela acorda de imediato. Largo então o utensílio que tenho em mãos e vou buscar o bisturi novamente. Solto os grilhões e ela cai desamparada a meus pés. Começo a dar-lhe no rabo à besta e a repuxar-lhe a pela queimada. Apesar da dor excruciante, ela não consegue gritar, mas sinto-lhe os músculos a contrairem-se em espasmos descontrolados. Começo a vir-me dentro dela e nesse momento dou-lhe um corte por baixo do queixo e puxo-lhe a língua para baixo. Fazia uma gravata bem bonita no meio de uma corrente líquida e púrpura. Já satisfeito pontapeei-a e ali a deixei já quase sem vida. Não duraria muito mais tempo com o sangue que perdera e que estava ainda a perder.

A cheirar a morte e a queimado, volto a entrar no carro. Ia aproveitar o que restava da noite para me ver livre da viatura e voltar a casa para meditar.
Cada vez gosto mais destes capítulos desta história.
ResponderEliminarContinua que tens uma pessoa aqui que vai ler sempre eheheheh
Beijinhos grandes,
Joana Mendes